21 de julho de 2013

OBEJETIVO 2013, 4 boxes
Precisamos de todas as ajudas para conseguir concretizar esta obra.
Como ajudar??? com doação de materiais de construção e com doação para a nossa conta 0038 0000 40009220771 56 Banif

MATERIAL
Sacos de Cimento
Manilhas meia cana
Blocos de Cimento 50*20*15cm
Painéis em rede eletrosoldada e prumos
Portas para as boxes 2,0*0,7m
Varão nervorado 6mm
Chapa para a cobertura 50m2
Brita e Areia
Betoneira por emprestimo
 
caso possa ajudar mande msg para quatropatasefocinhos@gmail.com 
 
 

Elias, porte pequeno, 7kg, Castrado

ELIAS
dorme bem, amor
LINDA
FAT em Oliveira do Bairro (encontram-se boleias para outros sítios)
Sem raça definida, porte pequeno (3,7 kg), adulta, fêmea
Lnda e pequenina foi abandonada e entretanto acolhida por uma família que teve pena de a ver tão frágil na rua. Tem pêlo comprido mas entretanto cortado por estar em mau estado. É muito meiga e sociável.
OBJETIVO 2013, construção de 4 boxes

20 de julho de 2013

RAFA
sem raça definida, adulto, porte médio/pequeno, desparasitado.
Foi nitidamente abandonado perto do abrigo.

Este cão sabe andar de trela, gosta de companhia e festas.
MUSA
FAT em Anadia
sem raça definida, porte pequeno/médio, 2 meses, fêmea
esta bebé nasceu de uma ninhada indesejada, os manos já foram adotados mas ela ficou para trás. Uma doçura sem igual e com uma alegria contagiante.
o nosso James entrou no abrigo em junho 2011, dois anos dps encontra uma família.

Boa sorte lindão.





 



Ferb, agora Mantorras ADOTADO
Sem raça definida, porte médio/pequeno, 2 meses, desparasitado interna e externamente.
Estes pequenitos apareceram à porta de uma amiga claramente colocado ali por alguém que o abandonou. O mano branco já está instalado na vova casinha mas o pretinho continua na rua.

18 de julho de 2013

Olá
Em breve vamos entrar em obras de melhoramento do nosso abrigo. Neste momento estamos super lotados, as condições atuais não são boas e o inverno chega a correr... temos que agir.
Vamos publicar os desenhos do novo espaço mas também vamos solicitar a vossa ajuda com a doação de materiais de construção ou donativos, se assim entenderem.
Em breve daremos notícias.
:) :) :) :)
No passado sábado fomos presenteados por uns miminhos dados pelos participantes neste encontro. A todos o nosso muito obrigada!

Resultado: 23kg ração gato, 27kg ração cão, 8kg de comida húmida, uma trela e alguns medicamentos. Muito obrigada a todos os que contribuíram para esta nobre causa :)
 

9 de julho de 2013


VIII Encontro IBERO-BRASILEIRO de CAPOEIRA associa-se à causa animal e promove uma campanha de ANGARIAÇÃO de RACÃO para cães e gatos no DIA 13 de Julho (Sábado) as 09h45 na praia da FIGUEIRA da FOZ em frente a torre do relógio.
Para recolh...
er as doações estará uma representante da Associação Quatro Patas e Focinhos.
CONVIDAMOS TODOS A PARTICIPA DOANDO RAÇÃO, participando ou não no VIII Encontro IBERO-BRASILEIRO de CAPOEIRA. OBG
 
 

8 de julho de 2013



Postos de Abastecimento ALVES BANDEIRA
Com o Cartão Vantagem, enviado a todos os sócios, usufrui de descontos diretos e reverte para a Associação Quatro Patas e Focinhos 1cênt. por litro de combustível abastecido.
Se o posto de abastecimento já estiver em promoção de 6cent. terá ainda um desconto imediato de mais 1 cênt. no ato de pagamento.

2 de julho de 2013

Ter animais reduz risco de sofrer de doença cardíaca


 
02/07/2013
19h30

Ter um animal de estimação pode ajudar a reduzir o risco de doença cardíaca. A conclusão é de um grupo de investigadores norte-americanos que fez, para a American Heart Association, a revisão de uma série de estudos anteriores sobre a influência dos animais, em especial dos cães, na saúde e veio, agora, comunicar os seus benefícios.

De acordo com Glenn N. Levine, professor do Baylor College of Medicine em Houston, nos EUA, e coordenador da equipa que efetuou a revisão, publicada na revista científica Circulation, "ter um animal de estimação, em particular um cão, está, muito provavelmente, relacionado com uma diminuição do risco de doenças cardiovasculares".
Segundo Levine, as investigações efetuadas até ao momento mostram que os benefícios da presença de um animal na vida dos donos têm, maioritariamente, a ver com a saúde do coração, já que estes tendem a ser mais ativos fisicamente por terem o hábito de passearem os seus cães.
Um estudo baseado em dados de cerca de 5.200 adultos mostrou que aqueles que tinham cães "caminhavam e faziam mais atividade física" do que os que não tinham, apresentando 54% mais probabilidade de cumprir o nível recomendado de atividade física diária.
Além disso, o facto de se ter um animal de estimação apareceu já, também, relacionado com uma tensão arterial mais baixa (porque estes "companheiros" de quatro patas podem ter um efeito positivo em termos da reação do organismo ao stress) e a níveis de colesterol reduzidos, além de uma menor incidência de obesidade.

Especialistas falam na necessidade de mais estudos
Ainda assim, alerta Levine, estes estudos "não são definitivos e não provam, necessariamente, que ter um animal de estimação reduz de imediato o risco de doença cardíaca". "Também pode acontecer que as pessoas mais saudáveis sejam aquelas que têm animais e não que sejam os animais a causar esta redução", sublinha.
"Na sua essência, os dados sugerem que há, provavelmente, uma associação entre o facto de se ter um animal de estimação e de existir um menor risco de doença cardiovascular", esclarece o investigador, que afirma que "ainda é pouco claro se o ato de adotar ou comprar um animal pode levar à redução deste risco em pessoas que já tenham a doença".
"Vão ser precisas investigações mais aprofundadas e estudos de mais qualidade para dar uma resposta definitiva a esta questão", conclui Glenn Levine, destacando que, em qualquer dos casos, acrescentar um animal à família é algo que nunca deverá acontecer apenas por se considerar que haverá vantagens para a saúde.

1 de julho de 2013

Fhineas (branco) e Ferb (preto)






Fhineas (ADOTADO) e Ferb (preto)
Sem raça definida, porte médio/pequeno, 2 meses, desparasitados interna e externamente.
Estes pequenitos apareceram à porta de uma amiga claramente colocados ali por alguém que o abandonou.

Cães conseguem "farejar" cancro do pulmão

 
01/07/2013 às 22h35

O faro apurado dos cães é capaz de detetar precocemente casos de cancro do pulmão. A conclusão é de um estudo-piloto austríaco cujos resultados foram divulgados esta quarta-feira e que poderá contribuir para a criação de uma espécie de "nariz eletrónico" que permita diagnosticar a doença numa fase inicial, salvando vidas.
"Os cães não têm qualquer dificuldade em identificar os doentes que sofrem de tumores" cancerígenos, afirmou, em declarações à AFP, Peter Errhalt, um dos autores do estudo e também chefe do Departamento de Pneumologia do hospital de Krems, no nordeste da Áustria.
Os investigadores deram a cheirar aos cães um conjunto de 210 amostras de hálito de pessoas saudáveis e de indivíduos doentes. Apenas através destas amostras, os animais conseguiram identificar corretamente, com uma taxa de sucesso de 70%, os pacientes com cancro.
Segundo a equipa, estes são resultados "encorajadores" e os cientistas querem agora organizar uma investigação mais aprofundada, que passará por um estudo de dois anos a envolver a análise de amostras de hálito de 1.200 pessoas. O grande objetivo é apurar quais os odores que os cães detetam, explica Michael Muller, do hospital Otto Wagner, em Viena.
A longo prazo, acreditam os especialistas, o estudo poderá contribuir para o desenvolvimento de uma espécie de "nariz eletrónico" que possibilite o diagnóstico do cancro numa fase pouco avançada, aumentando as hipóteses de sobrevivência dos pacientes.

Cães olham para os donos como se fossem pais

 
01/07/2013 às 22h28
 
 
Há cerca de 15.000 anos que os humanos têm cães como animais de estimação. Porém, a adaptação destes animais ao ambiente doméstico tornou-os tão próximos dos seus cuidadores que, de acordo com um estudo recente, a relação estabelecida entre estes "amigos de quatro patas" e os donos é semelhante à ligação profunda que existe entre as crianças e os pais.
Um dos aspetos já conhecidos da relação entre humanos e cães diz respeito ao "efeito de base de segurança", um efeito também encontrado nos laços entre pais e filhos, já que os bebés e crianças encaram aqueles que tratam deles como um símbolo de segurança para a interação com o meio ambiente.
Porém, este efeito estava pouco explorado no que toca à ligação entre cão e dono, o que levou Lisa Horn, investigadora do Vetmeduni's Messerli Research Institute, na Áustria, a decidir aprofundar os conhecimentos existentes acerca desta relação.
Horn e os seus colegas analisaram as reações de 20 cães adultos sob diferentes condições: dono ausente, dono silencioso e dono encorajador. Ao brincar com brinquedos interativos, os animais podiam receber uma recompensa (nomeadamente um 'snack', mas, de acordo com a investigação, pareceram menos interessados na mesma quando os donos estavam ausentes do que quando estavam por perto.
Por outro lado, o facto de os donos encorajarem o animal ou permanecerem em silêncio durante a brincadeira mostrou ter pouca influência nos seus níveis de motivação, conforme avança o estudo publicado na revista científica PLOS ONE.

Presença dos donos desencadeia confiança
Na experiência seguinte, explica um comunicado, a equipa de Lisa Horn repetiu o procedimento, mas substituindo o dono por um desconhecido. Os cientistas observaram que os animais pouco interagiram com os estranhos e que o interesse em garantir a recompensa quando os estranhos estavam ou não presentes era praticamente igual.
Segundo Horn, os cães mostraram-se muito mais motivados apenas na presença do dono, o que levou a investigadora a concluir que esta presença é importante para que o animal se comporte de uma forma confiante, tal como acontece com as crianças de tenra idade na presença dos pais.
"Uma das coisas que mais nos surpreenderam foi o facto de os cães adultos se comportarem, em relação aos cuidadores, como as crianças humanas se comportam em relação aos pais", afirmou a cientista.
"Vai ser interessante descobrir como é que este comportamento evoluiu nos cães", acrescentou a investigadora, realçando que o paralelo vai continuar a ser estudado em análises comparativas diretas em cães e crianças.

GIL

GIL ADOTADO :)